Saúde

Alcoolismo mata mais que drogas ilícitas

Data de Atualização: 10 de setembro de 2016
Redação ConsultaClick | Saúde

alcool_blogBebida alcoólica é a droga mais popular que existe. A venda não é proibida. O consumo indiscriminado muitas vezes chega a ser incentivado por amigos e familiares. Você sabe o que fazer caso a diversão venha a se tornar um problema de saúde?

De acordo com o Ministério da Saúde, a dependência de álcool atinge cerca de 12% da população adulta do Brasil, em torno de 20 milhões de pessoas, e representa 90% das mortes por consequência de uso de drogas. Isto significa que a bebida alcoólica mata mais que qualquer outra substância, como cocaína e crack.

Os óbitos acontecem em decorrência de doenças como cirrose, hipertensão arterial, diabetes e câncer de laringe, boca, esôfago e pulmão. Estima-se que 30% das internações em hospitais gerais aconteçam por abuso de bebida.

Embora o alcoolismo seja crônico é possível controlá-lo. O primeiro passo para quem quer se livrar do vício é assumir que tem uma doença. A partir daí pode-se dar início ao tratamento. Em casos mais graves pode ser necessária a internação em clínicas especializadas em dependência química. Postos de saúde têm programas voltados para pessoas nesta situação.

A Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad) tem cadastradas clínicas particulares, grupos de autoajuda, hospitais, comunidades terapêuticas, universidades, residências terapêuticas, Centros de Atenção Psicossocial de Álcool e Drogas (CAPSad) entre outras instituições de assistência ao dependente de álcool.  A Junta de Serviços Gerais de Alcoólicos Anônimos também oferece apoio 24hs pelo site http://www.alcoolicosanonimos.org.br/ e pelo telefone (11) 11 3229 3611.

Comentários

  1. […] O dado que chama muita atenção diz que 52% da população brasileira é abstêmia, ou seja, não ingere bebidas alcoólicas. Na Europa este número representa apenas 12% dos habitantes. Por aqui, entre aqueles que bebem, 59% dos homens e 49% das mulheres ingerem álcool em quantidades nocivas. […]